Toquei a terra o milagre esfarelava em minha mão, eis que a chuva transformou em barro.
Lavei-a em águas límpidas de uma nascente.
O Sol poente refletiu minha imagem, com coragem admirei minhas rugas, cabelos brancos confundiam com as pedras.
Peguei uma e atirei para que pulasse varias vezes sobre a superfície.
Admirei como se fosse criança, como se eu fosse semente.

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